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Camundongo-lanoso é avanço na des-extinção dos mamutes

05/03/2025 12h03

A Colossal Biosciences está empenhada em trazer os mamutes-lanosos de volta à vida até 2028 e recentemente alcançou um progresso significativo nesse objetivo. A empresa conseguiu criar os chamados camundongos-lanosos, roedores que agora apresentam características semelhantes aos antigos mamíferos, graças a técnicas de edição genética.

Agência de Inteligência dos EUA já fez esforços para ressuscitar mamutes extintos. Além disso, estudos revelaram que quase 100 genes foram perdidos durante a evolução da espécie, o que representa um grande desafio para cientistas que buscam entender e replicar suas características.

Os camundongos-lanosos têm pelos adaptados em textura, cor e espessura, além de um metabolismo lipídico que se assemelha ao dos mamutes extintos. Mas como essa inovação foi possível e qual o impacto disso para a pesquisa em genética?

Criando camundongos-lanosos

O processo de recriação dos mamutes-lanosos envolve intensa pesquisa genética. Um dos principais desafios é identificar quais genes dos elefantes-asiáticos — que são os parentes vivos mais próximos dos mamutes — precisam ser modificados para que os novos animais se adaptem a ambientes frios, uma característica essencial para a sobrevivência dos mamíferos da Era do Gelo.

Para alcançar esse objetivo, a equipe analisou o genoma de 59 mamutes-lanosos, mamutes-de-colúmbia e mamutes-das-estepes, que viveram entre 1,2 milhão e 3.500 anos atrás. Com auxílio de poderosos computadores, os genomas de 121 mamutes e elefantes foram comparados, incluindo as duas espécies africanas e asiáticas. Contudo, a dúvida que permanece é: o que fazer com todos esses dados?

Como a gestação dos elefantes-asiáticos dura 22 meses e esses animais estão ameaçados de extinção, não seria ético realizar experimentos, conforme explicou a chefe de ciência da Colossal, Beth Shapiro, em uma entrevista. Ao contrário, os camundongos têm um período gestacional de apenas 20 dias, e, mesmo compartilhando um ancestral comum há cerca de 200 milhões de anos, possuem genes suficientes para desenvolver características como lã e um metabolismo de lipídios compatível.

A equipe de pesquisa identificou sequências de DNA que são semelhantes nos mamutes, mas que apresentam diferenças nos elefantes-asiáticos, as quais estão associadas ao fenótipo físico do mamute-lanoso.

Utilizando três tipos diferentes de edição de DNA, os cientistas conseguiram descobrir o fenótipo que proporcionaria as mesmas características aos camundongos. Segundo Shapiro, não foram geneticamente inseridos genes de mamutes nos roedores, mas sim ativados os genes que já estão presentes no genoma dos camundongos.

Os camundongos-lanosos podem ter pelos até três vezes maiores que os camundongos normais e apresentam uma coloração alaranjada. De acordo com a Colossal, essa nova variedade não é um animal “novo”, mas sim uma variante de espécie com características de um animal extinto. Além disso, a equipe assegura que não houve consequências indesejadas, exceto por terem se tornado “muito bonitinhos”.

E a des-extinção dos mamutes?

O experimento atual exemplifica a abordagem da empresa em relação à des-extinção dos mamutes. Shapiro observa que não é possível recriar um animal completamente idêntico em termos de genética, fisiologia e comportamento, e essa não é a meta da equipe.

A intenção é resgatar características que possibilitem que os elefantes se desenvolvam adequadamente em ambientes gelados do norte, substituindo o papel ecológico da espécie extinta.

A meta da Colossal é provocar um impacto positivo no ecossistema. Há cerca de 10 mil anos, ações humanas contribuíram para a extinção de quase todos os grandes herbívoros do Ártico, como os mamutes, transformando a região de um habitat de gramíneas para um de árvores. Esses novos ambientes são menos eficientes na fotossíntese, retêm mais calor e mantêm a neve no inverno, o que isola o solo e impede que ele congele.

Com a redução da captura de carbono e a menor produção de oxigênio, as árvores acabam liberando uma quantidade significativa de carbono na forma de metano, que é cerca de 80 vezes mais prejudicial que o CO2 na atmosfera. Assim, ao reintroduzir o mamute-lanoso, seria possível restaurar, de forma controlada, um ambiente predominantemente coberto por gramíneas, tornando o ecossistema mais robusto e produtivo.

Outras leituras recomendadas:

  • Cientistas estão cada vez mais perto de trazer de volta os mamutes
  • Evento bizarro e desconhecido teria matado os mamutes, sugere estudo
  • Cientistas estão próximos de 'ressuscitar' rato extinto há 120 anos

Vídeo: Robô de um animal extinto

Tags: Ciencia, Mamutes, Genética, Inovação, Ecologia Fonte: canaltech.com.br

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