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Pete Hegseth é nomeado secretário de Defesa dos EUA

27/01/2025 22h07

Pete Hegseth, o polêmico ex-militar e apresentador de TV que comandará o maior exército do mundo

Após um longo processo, Pete Hegseth foi confirmado como secretário de Defesa dos EUA em uma votação acirrada no Senado na sexta-feira (24/01). Com um resultado de 51-50, no qual o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, deu o voto de desempate, a nomeação deste fiel aliado de Donald Trump com um histórico marcado pela controvérsia antecipa, segundo alguns especialistas, uma mudança no Pentágono em direção a políticas mais nacionalistas e isolacionistas. Veterano do Exército, apresentador de televisão e comentarista, Hegseth, 44, se destacou tanto por seu prolífico histórico militar quanto por suas visões ideológicas extremas, marcadas por uma firme defesa do nacionalismo americano e duras críticas a instituições internacionais como a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte). O processo que levou à sua confirmação foi cercado de controvérsia, com questões sobre sua ideologia e passado turbulento criando divisões até mesmo dentro do Partido Republicano.

Hegseth assume a responsabilidade de liderar o maior exército do mundo em um contexto de tensões elevadas e desafios globais, da guerra na Ucrânia ao conflito no Oriente Médio.

De militar a apresentador de TV

Nascido em uma família de origem norueguesa em Minnesota, Pete Hegseth combina um histórico militar distinto com uma carreira pública repleta de episódios questionáveis. Hegseth se formou com honras em Ciência Política pela prestigiosa Universidade de Princeton, onde começou a definir sua ideologia conservadora como editor da revista The Princeton Tory. Quando estudante, ele também participou do programa de treinamento de oficiais do exército, marcando o início de uma carreira que mais tarde o levaria a países devastados pela guerra no Oriente Médio. Como oficial de infantaria, ele serviu no Iraque e no Afeganistão, ganhando prêmios como a Estrela de Bronze por seu papel em zonas de conflito. Ele também participou de operações em Guantánamo e missões de treinamento com forças locais. Depois de deixar o serviço ativo, Hegseth liderou organizações de veteranos como Vets for Freedom e Concerned Veterans for America, promovendo políticas de defesa conservadoras. Essas fases também foram marcadas por reclamações contra ele por gestão financeira, irregularidades e conflitos internos. Sua entrada na Fox News como comentarista em 2014 e três anos depois como apresentador de um dos programas mais assistidos da rede fizeram dele um rosto visível do nacionalismo conservador.

A partir daí, ele apoiou Donald Trump, defendeu políticas polêmicas como o perdão a soldados acusados ​​de crimes de guerra, que o presidente implementou em seu primeiro mandato, e criticou duramente instituições internacionais como a Otan. No seu livro "American Crusade" (Cruzada americana), ele afirmou que "a Otan não é uma aliança, mas um acordo de defesa para a Europa, pago e apoiado pelos Estados Unidos", e defendeu que fosse "desmantelada e reconstruída para que a liberdade pudesse reinar".

Um passado turbulento

Durante o processo de confirmação de Pete Hegseth, surgiram alegações contra ele que iam desde abuso doméstico e abuso de álcool até o pagamento de US$ 50 mil a uma mulher que o acusou de agressão sexual em 2017. Embora Hegseth tenha negado as acusações, ele admitiu ter feito o pagamento como parte de um acordo confidencial, supostamente para evitar consequências profissionais enquanto trabalhava na Fox News. Sua ex-cunhada Danielle Hegseth revelou que a segunda esposa do atual secretário de Defesa temeu pela segurança dela durante o casamento, a ponto de se esconder dele em um armário durante um episódio de suposta violência doméstica. Essas acusações, somadas a relatos de anos de abuso de álcool, geraram rejeição não apenas entre os democratas, mas também entre senadores republicanos, como Lisa Murkowski e Susan Collins, que se posicionaram contra sua nomeação para o Senado.

O histórico profissional de Hegseth também está sob análise. Durante sua liderança em organizações de veteranos como Vets for Freedom e Concerned Veterans for America, ele foi acusado de usar fundos para fins pessoais e ignorar reclamações internas de má conduta, incluindo supostos casos de assédio sexual dentro das equipes que liderava. Apesar desse histórico e após um longo período de incertezas, Hegseth finalmente conseguiu a confirmação no Senado graças ao apoio dos republicanos mais leais a Donald Trump.

A nomeação de Pete Hegseth também foi questionada por sua visão ideológica e suas posições sobre o futuro das forças armadas dos EUA. Hegseth tem sido um crítico ferrenho das políticas de inclusão nas forças armadas, argumentando que a participação feminina em combate e as políticas de diversidade enfraqueceram a eficácia militar. Em declarações públicas e em seu livro The War on Warriors (2024), Hegseth afirmou que a presença de mulheres em funções de combate "complica a dinâmica no campo de batalha" e que os homens, devido a fatores biológicos, são mais aptos para essas funções. Essas opiniões foram criticadas por grupos de direitos humanos e defensores da igualdade militar, que dizem que elas perpetuam estereótipos de gênero.

O novo secretário de Defesa também se opôs à participação de pessoas transgênero nas forças armadas, argumentando que elas criam "complicações logísticas" e que priorizar questões sociais em detrimento da prontidão militar prejudica a coesão das tropas. Hegseth defendeu a necessidade de eliminar programas de diversidade, equidade e inclusão, chamando-os de "discriminatórios", contrários aos valores tradicionais e um impedimento para os "jovens patriotas" que historicamente preencheram as fileiras militares. Por outro lado, o novo líder do Pentágono assume o desafio de manter a confiança dos aliados internacionais num contexto global marcado pela polarização no domínio da defesa, com a Otan e os seus aliados de um lado, e a Rússia, a China e seus parceiros do outro. As críticas de Hegseth a instituições como a Otan, que ele chamou de "obsoletas" e dependentes dos Estados Unidos, podem prejudicar ainda mais as relações com parceiros estratégicos, especialmente na Europa, dizem especialistas. Alguns também preveem que sua abordagem nacionalista pode reconfigurar as prioridades do Pentágono em direção a uma política externa mais isolacionista em um momento em que a coesão militar do bloco ocidental é mais necessária do que nunca.

Tags: Hegseth, Defesa, Exército, EUA, Política Fonte: www.bbc.com

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